Navegando entre línguas

Aprendendo línguas estrangeiras com recursos da Internet


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Metodologia e tecnologia?

Olá! Hoje trago um videozinho muito interessante produzido pela Universidade Presidente Antonio Carlos:

E então? Será que a tecnologia pode mudar a forma como aprendemos e ensinamos por si só? Não vou me estender na discussão. Reflita e se quiser compartilhar suas ideias conosco, vou ficar muito feliz! Vou terminar com a reflexão de John Maeda em uma entrevista à BBC: “As tecnologias são ótimas, mas elas não tornam o mundo um lugar melhor. O que torna o mundo um lugar melhor são as pessoas.” Acrescento: e o uso que nós fazemos dessas tecnologias.


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Contato imediato

Quer aprender uma língua? Mantenha contato com ela! Isso sempre me ajudou a aprender línguas estrangeiras e não te fará mal nenhum. Independente do seu estilo de aprendizagem ou da metodologia de ensino que você escolher, manter um contato frequente com a língua ajuda a se familiarizar e a aprender sobre a sua estrutura e como ela é usada pelos falantes nativos. Nos próximos posts vou dar dicas mais específicas de como você pode fazer isso. Mas lembre-se das quatro habilidades (ouvir, falar, ler e escrever) que usamos para nos comunicar e das ferramentas de tecnologia que você já conhece.


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Ouvir, falar, ler e escrever…

Essas são as quatro habilidades que usamos pra nos comunicar. Em geral, fazemos uma combinação entre elas em um processo de interação. Quando você escuta uma palestra, por exemplo, você está interagindo de alguma forma: ou sinalizando com o rosto se você concorda ou não, ou fazendo anotações destacando o que acha mais importante… o mesmo acontece quando nós lemos, falamos e escrevemos. Estamos sempre em interação.

Agora, dá pra imaginar estudar uma língua estrangeira sem interagir com ninguém??? Os primeiros métodos de ensino eram assim. A metodologia Audiolingual, por exemplo, foi desenvolvida para ensinar aos soldados americanos que iam lutar na Segunda Guerra Mundial a língua dos países onde aconteceria a batalha. Eles precisavam aprender em pouco tempo e para isso passavam por processos exaustivos de memorização de frases. A pronúncia tinha que ser “perfeita”, mas isso não garantia a comunicação. Quer um exemplo? Imagine um estrangeiro estudando português. Ele aprende (por esse método), que para saber o nome de uma pessoa, deve usar a frase “Qual é o seu nome?”. Essa é a única frase que ele aprende para saber o nome de alguém. Ele vem para o Brasil e a pergunta que ele escuta é “Como você se chama?” Pronto! Ele já não sabe o que a pessoa quer saber dele. Podemos pensar em duas soluções para isso: ou o aluno passa a memorizar TODAS as formas usadas para expressar um determinado sentido. Ou ele aprende estratégias de interação para conseguir se comunicar quando se encontrar numa situação dessas. O que você acha que funciona melhor?

Leia mais sobre Metodologia Audiolingual

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