Navegando entre línguas

Aprendendo línguas estrangeiras com recursos da Internet


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Fala que eu te traduzo

Já tem alguns anos que o laboratório do Google lançou uma ferramenta de tradução bacaninha mas que nunca ganhou ampla divulgação. Se você tem uma conta de email no Gmail e utiliza o Gtalk, você pode adicionar um robô tradutor do Google para te dar uma mão nas traduções. Funciona assim:

1. Escolha um robô-tradutor específico para a língua que quer traduzir. A maioria das opções parte do inglês, mas existem algumas em português também:

Idiomas Bots
Árabe – Inglês ar2en en2ar
Alemão – Inglês de2en en2de
Alemão – Francês de2fr fr2de
Grego – Inglês el2en en2el
Espanhol – Inglês es2en en2es
Finlandês – Inglês fi2en en2fi
Francês – Inglês fr2en en2fr
Japonês – Inglês ja2en en2ja
Português – Inglês pt2en en2pt
Chinês – Inglês zh2en en2zh
Chinês tradicional – Inglês zh-hant2en en2zh-hant

2. Selecione a língua que quer traduzir. Por exemplo, português para inglês. Nesse caso, o bot será pt2en. Adicione @bot.talk.google.com no final. O endereço ficará assim: pt2en@bot.talk.google.com

3. Adicione esse endereço à sua lista de bate-papo do gtalk.

4. Agora é só escrever a mensagem que quer traduzir como se estivesse conversando com o robô. Ele irá te responder com a tradução do texto!

Veja a explicação detalhada do Google nesse link.

Atenção! Todo tradutor automático pode apresentar falhas por não compreender o contexto da mensagem. Pesquisas de inteligência artificial tentam contornar esse problema, mas ainda não existe uma solução definitiva para as traduções ao pé da letra. Então, preste bastante atenção porque podem surgir verdadeiras aberrações no meio do caminho!


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Um novo idioma para transformar sua vida

A necessidade de aprender uma língua estrangeira tem sido um assunto recorrente no meio corporativo. Recentemente, a revista Em Notícia da empresa Algar Tecnologia publicou uma matéria muito interessante escrita pela jornalista Kaísa Martins. Participei da matéria dando uma entrevista e acho que ela ficou muito bacana! A matéria está reproduzida abaixo e se você quiser visitar a versão original na revista da Algar, clique aqui.

 

A qualificação e a busca por diferenciais tem sido importantes aliadas para driblar as dificuldades no mercado de trabalho. Para garantir uma boa colocação no mercado, a constante atualização é exigência e, em meio a tantas cobranças, está uma que chega a amedrontar alguns candidatos: o domínio de uma língua estrangeira.

São inúmeras as áreas que necessitam de uma segunda língua. No universo da Tecnologia da Informação, por exemplo, grande parte dos termos técnicos é em inglês. No entanto, o que comumente acontece é que os profissionais acabam por conhecer apenas o que faz parte do dia a dia no trabalho, ignorando o estudo tradicional da língua para uso fora do ambiente profissional.

De acordo com Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a globalização forçou as pessoas a falarem inglês por ser a língua utilizada nos negócios internacionais. Apesar da grade curricular das escolas contar com sete anos de ensino de línguas, a habilidade de falar uma segunda língua no Brasil é encarada como um diferencial e não como uma necessidade. Em função disso, há dificuldade de encontrar profissionais fluentes em outras línguas.

No Brasil, cerca de 10,5 milhões de pessoas falam inglês, o que corresponde a pouco mais de 5% da população, segundo levantamento do British Council, o órgão de disseminação de cultura e negócios do governo britânico. “Dentro desse número, já pequeno, só 20% se comunicam bem. A maioria, 43%, tem uma noção inicial do idioma e 37% conseguem estabelecer uma conversa, mas com muita dificuldade no vocabulário e na compreensão”, diz a sua diretora, Virginia Maria Garcia.

Na tentativa de amenizar esse quadro, o governo federal lançou o programa Inglês Sem Fronteiras. A oportunidade é voltada para os 100 mil melhores universitários que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os alunos que ficarem nos patamares intermediários no teste de proficiência poderão fazer curso gratuito intensivo de inglês, de seis meses, em universidades federais. A proposta do programa é que esses estudantes estejam preparados para os exames de proficiência e possam aproveitar as oportunidades do Ciências sem Fronteiras, que oferecerá bolsas no exterior.

Após ser reprovado em uma prova que lhe garantiria crescimento profissional, Cristiano Santos Oliveira (foto), gerente de Negócios da Algar Tecnologia, resolveu estudar inglês pra valer. “Essa prova foi decisiva na minha vida. Eu percebi que o inglês básico que eu tinha não era o suficiente para as minhas aspirações. Não passar nessa avaliação foi o empurrão que eu precisava para finalmente estudar inglês de verdade”, conta.

Para vencer a dificuldade de encontrar profissionais com fluência em uma segunda língua, as empresas têm investido na formação dos funcionários já contratados por meio de bolsas em escolas de idiomas, por exemplo. “A presença cada vez maior das empresas em diversos mercados internacionais tem impulsionado a formação em línguas estrangeiras. O desafio é grande, pois, para se tornar fluente, uma pessoa precisa investir em torno de 750 horas de qualificação”, diz Sérgio. Para ele, o caminho para ter funcionários cada vez mais qualificados neste quesito é desenvolver metas de proficiência em períodos específicos, por meio de avaliações que componham a avaliação geral de desempenho do trabalhador.

Hegemonia da língua inglesa

Para a comunicação entre pessoas que falam línguas diferentes e precisam chegar a um denominador linguístico comum, é necessário o uso da chamada língua franca. Esse processo de convencionar uma língua como língua universal acontece naturalmente, à medida que as pessoas passam a adotar uma língua comum para se comunicarem.

Há pouco tempo, o francês era considerado língua franca e foi substituído pelo inglês à medida que a Inglaterra colonizou vários países pelo mundo e que os Estados Unidos tornaram-se uma hegemonia econômica.

Outra recente suposição é de que o mandarim substituísse o inglês enquanto língua universal, o que fez desenfrear a busca por estudos do idioma. De acordo com Sérgio Sgobbi, o mandarim será sim uma das línguas mais faladas no mundo, porém mesmo os chineses estão com programas de formação na língua inglesa. Ou seja, o inglês tende a permanecer como a língua oficial dos negócios.

Troca cultural

Mais do que fazer a diferença no currículo, a grande importância está no fato de que conhecer outra língua dá acesso a pessoas e informações que estão indisponíveis para falantes apenas da língua materna. Conhecer uma língua estrangeira abre a oportunidade para se conhecer também a cultura dos falantes dessa língua. Além de ser um fator agregador para a vivência pessoal, também pode ser uma diferença importante no momento de um contato profissional com estrangeiros.

“Falar árabe, por exemplo, é ter a capacidade de se comunicar com as pessoas do mundo árabe (algo em torno de 360 milhões de falantes em 22 países atualmente) e de ter acesso a toda a produção de conhecimento dessas pessoas. Isso abre portas para explorar novos mercados consumidores, parceiros comerciais e para ter acesso a inovações que ainda não foram traduzidas para o português”, afirma Izabel Rego, linguista e autora do blog “Navegando entre Línguas”.

Método comunicativo

Hoje, além do método tradicional, existem cursos de línguas para diversos objetivos e faixas etárias: desde aprender uma língua indiretamente – tendo aulas de um instrumento em inglês, por exemplo – até um curso para adultos, feito através de internet e celular.

“Quando se trata de aprender uma língua estrangeira, não dá pra generalizar. Cada método foi desenvolvido em um contexto diferente e pensando em um determinado público. É preciso avaliar qual é o objetivo do aluno, em quanto tempo deseja ter fluência, qual é sua idade etc.”, afirma Izabel.

No Brasil, o método comunicativo ganhou bastante popularidade, entre outros motivos, porque foca na interação oral e o brasileiro é um povo bastante comunicativo. De acordo com a linguista, existe ainda uma tendência de se misturarem aspectos de diferentes métodos, de modo a contemplar as características dos alunos e as suas necessidades. Porém, a recomendação mais comum é a de duas aulas semanais com duração de duas horas cada uma, completadas com mais duas em casa – que podem ser de exercícios, leitura ou até vendo filmes sem legenda.

As infinitas possibilidades da Internet

Para quem está interessado em aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira, existe um mar de informações pela Internet. É possível encontrar redes sociais especializadas, sites de professores e pessoas que compartilham “lições”, além de sites com notícias, vídeos, músicas, enfim, recursos não faltam.

Segundo a linguista Izabel Rego, aproveitar esses recursos exige um norte, uma direção. “É importante se conhecer, ter uma ideia do seu nível de proficiência na língua e de quais objetivos se quer alcançar (em quanto tempo quer aprender, quais habilidades precisa desenvolver). Para quem não quiser se inscrever em uma escola de idiomas tradicional, sugiro encontrar um bom professor particular e fazer algumas aulas, combinando com o professor que nessas aulas ele deve fazer um diagnóstico do que o aluno sabe e do que ele precisa desenvolver. Se a pessoa quiser continuar fazendo as aulas, avançará mais rápido, pois o foco estará nas suas dificuldades e, quando não puder ou quiser seguir com as aulas, já terá uma boa ideia de por onde continuar”, aconselha.

A vinda da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 ao Brasil tem sido uma motivação a mais para aprender uma segunda língua, já que o país receberá cerca de 980 mil estrangeiros e alguém precisa se comunicar com eles. Além disso, quem fala inglês bem pode ganhar de 30% a 50% a mais do que quem tem qualificações equivalentes, mas não o domínio do idioma. Aí já estão dois bons motivos para começar a estudar.


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Doe grãos de arroz e exercite o seu vocabulário

Essa você tem que ver!

Como é possível aliar o seu aprendizado de uma língua estrangeira a uma boa ação? Alguém teve uma brilhante ideia: você pratica o vocabulário enquanto doa grãos de arroz…

A ideia do site freerice.com é surpreendente e muito interessante. Funciona assim: o site disponibiliza um jogo de vocabulário bem simples: você precisa acertar qual é o significado da palavra em língua estrangeira apresentada. Para cada palavra que você acerta são doados dez grãos de arroz para o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (World Food Programme). O jogo é gratuito e a doação é feita com a verba dos anunciantes e de doações. Genial, não é?

Você pode praticar inglês, alemão, espanhol, francês e italiano. Se você se cadastrar no site, sua pontuação é contabilizada em um ranking e dá pra ter uma ideia de quantos grãos você já doou (quantos sushis será que dá pra fazer com 47.353.930 grãos de arroz? Essa é a pontuação do líder do ranking!).

Enfim, fica a dica do site freerice.com pra você visitar essa semana e fazer a sua parte!

Agora é a sua vez, tem alguma dica legal para aprender uma língua estrangeira? Compartilhe conosco! Deixe o seu comentário!


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Como encontrar notícias em (quase) todas as línguas estrangeiras?

Como eu comentei no post anterior, as notícias podem ser um recurso valioso na sua aprendizagem de língua estrangeira. Você pode encontrar referências de sites de jornais, canais de televisão e portais de internet em diversas fontes. É comum que os professores de línguas passem uma listinha em sala de aula com algumas referências. Mas se você está estudando por conta própria ou quer ampliar as suas fontes, existem outras possibilidades de encontrar bons materiais jornalísticos na rede.

Hoje vou dar uma dica sobre como encontrar notícias atualizadas na língua que você deseja. Para tanto, vamos usar o recurso de busca avançada do Google. Veja o tutorial que eu criei:

Como pesquisar notícias em línguas estrangeiras

Acredito que fazer a seleção dessa forma é mais fácil do que ir direto para a página de notícias do Google (que não permite escolher a língua, apenas o país). Existem outros buscadores que podem ser úteis como o Yahoo, o Bing… tudo depende do recurso que você está acostumado a usar. Espero que este recurso seja útil para você!


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Metodologia e tecnologia?

Olá! Hoje trago um videozinho muito interessante produzido pela Universidade Presidente Antonio Carlos:

E então? Será que a tecnologia pode mudar a forma como aprendemos e ensinamos por si só? Não vou me estender na discussão. Reflita e se quiser compartilhar suas ideias conosco, vou ficar muito feliz! Vou terminar com a reflexão de John Maeda em uma entrevista à BBC: “As tecnologias são ótimas, mas elas não tornam o mundo um lugar melhor. O que torna o mundo um lugar melhor são as pessoas.” Acrescento: e o uso que nós fazemos dessas tecnologias.


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Teletandem

… continuando: eu vinha comentando com você sobre como podemos usar as tecnologias para praticar a interação oral em língua estrangeira. Daí, te dei algumas sugestões e uma delas era buscar um parceiro, falante da sua língua-alvo, e usar o computador para conversar. Também te contei que existem alguns projetos que encontram esses parceiros para você.

Um deles é o Teletandem. Pra começar, Tandem é o nome desse tipo de bicicleta onde duas pessoas pedalam num mesmo veículo. A ideia é bem bacana: ambos fazem o esforço para se chegar ao mesmo objetivo, nesse caso, aprender uma língua estrangeira.

Bike Tandem

Tandem: Os dois ciclistas pedalam na mesma direção.

No projeto Teletandem Brasil, são colocados em contato dois alunos de países de línguas diferentes e falantes de línguas nativas diferentes. Cada um ensina a sua língua para o colega de outro país e, assim, os dois vão caminhando juntos, se ajudando no processo de aprendizagem. Infelizmente, esse projeto ainda é restrito a algumas universidades, mas a essência do projeto pode ser aplicada em outras situações. Vale a pena dar uma olhada!

Projeto Teletandem Brasil

Saiba mais sobre Teletandem


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Ser Interativo

HDTV. Já ouviu falar?

Semana passada assisti a um simpósio sobre as tecnologias digitais interativas na educação. A TV digital foi o assunto de maior destaque ao longo da semana. O tema despertou o meu interesse e achei que seria legal trazê-lo para o blog.

Mas me deparei com a seguinte questão: existe diferença entre interatividade e interação (será tema de outro post). Mas como explicar que a interatividade é o que fazemos quando escolhemos as ações que o computador irá executar, sem que isso pareça ser algo pragmático ou mecânico? Bom, talvez seja isso mesmo, interatividade é o que acontece entre você e a máquina: você escolhe uma ação e ela responde com outra ação.

Quando isso acontece com a televisão, muda a forma como recebemos a informação. No modelo tradicional, as emissoras escolhem a programação e nós só temos a opção de escolher o canal que queremos assistir, ligar ou desligar o aparelho. Na TV digital, poderemos escolher a grade de programação e além disso, uma das grandes diferenças é que existirá um canal de retorno. O que quer dizer que você poderá enviar mensagens para as emissoras de TV e ver conteúdos adicionais junto com os programas.

Essas opções vão dar mais autonomia para nós, telespectadores. Mas isso pode se converter em algo positivo para a educação, já pensou? Ainda estou ‘processando’ essa nova tecnologia, vou voltar nesse assunto daqui a um tempinho. Por enquanto, deixo dois links interessantes caso você queira se aprofundar no tema:

Interatividade na educação

TV Digital


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Podcast II

Então, descobriu o que é que o podcast tem? Às vezes leva um tempinho mesmo para aprender a instalar um programa e baixar os arquivos. Caso você ainda tenha dificuldades, segue o link de um tutorial.

Bem, agora vamos ao que interessa: você lembra que, quando nos comunicamos, usamos quatro habilidades: ouvir, falar, ler e escrever. Pois bem, nos cursos a distância anteriores à web 2.0 (aguarde, vou voltar a esse tema!), existia uma grande dificuldade em se tratar das habilidades ‘ouvir’ e, principalmente, ‘falar’ (no momento vamos nos concentrar no ‘ouvir’). Era necessário um grande investimento em tecnologia para produzir áudio. Alguns cursos chegavam a enviar fitas cassete para a casa do aluno como forma de tentar trabalhar essa habilidade.

Mas, como você já viu, hoje em dia é bem mais acessível criar um arquivo sonoro e disponibilizá-lo na Web. Quando você baixa um podcast, pode escutá-lo no seu computador ou em algum aparelho de mp3, não precisa necessariamente estar conectado à Internet. Existe muito material de qualidade e acessível gratuitamente, vou enumerar alguns para que você possa começar:

Espanhol: Audiria e A buen puerto

Francês: Coffee Break French e RFI

Inglês: 6 Minute English e Grammar challenge

Conhece mais algum podcast interessante? Compartilhe conosco, deixe seu comentário!


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Podcast

Uma pequena explicação técnica: Trata-se de um arquivo em áudio ou vídeo (costuma ser formato mp3) que é difundido pela Internet e geralmente é atualizado com uma certa regularidade, com novos “episódios” ou “capítulos”. O podcast pode ser gravado com poucos recursos de tecnologia ou envolver grandes produções. Isso possibilita que qualquer pessoa com acesso a um computador que permita gravar a sua voz ou imagem possa fazer o seu podcast.

Alguns programas como o itunes permitem que se possa assinar um podcast (fidelizar-se) para receber os programas atuais, à medida que sejam atualizados pelo autor. Os temas são os mais variados: algumas rádios como a CBN disponibilizam podcasts de seus programas, segmentados por autor ou tema. Outras pessoas criam seus programas sobre assuntos diversos como culinária, música, moda etc.

Interessante, não? Agora, como podemos fazer uso do podcast para aprender uma língua? Algum palpite? Vamos falar disso no próximo post…aguarde!

Leia mais sobre podcast.


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Letramento digital

Já tem um tempo que anda circulando pela Internet esse vídeo conhecido como Helpdesk ou Introducing the book. Com muito bom humor, os atores encenam uma situação frequente desde que os computadores entraram em nossas casas: como passo de uma página para outra? Como faço para voltar? E agora? Sumiu tudo!!! Essas e muitas outras habilidades – que precisamos desenvolver para usar o computador e navegar na Internet – formam o letramento digital. Precisamos entender um pouco do computador para poder fazer um bom uso dele. Você não tem que ser um programador ou analista de sistemas, mas quanto mais entender das ferramentas que ele oferece, melhor poderá explorá-lo para aprender uma língua. Por exemplo, você sabe gravar a sua voz num arquivo de áudio? Como se prepara uma apresentação em PowerPoint? Skype? P2P? Hiperlink? Ufa, a lista não acaba nunca! Então, que tal começar tentando descobrir o que você já sabe…

Leia mais sobre Letramento Digital

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