Navegando entre línguas

Aprendendo línguas estrangeiras com recursos da Internet


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Promessa de ano velho

Faltam 7 semanas para acabar o ano… se considerarmos o feriadão dessa semana, recesso de Natal e de ano novo, aí mesmo parece que o ano já acabou! Nessa época costumamos fazer um balanço do ano que passou, das metas que alcançamos e daquelas que deixamos passar e fazemos as nossas promessas para o ano que está chegando: vou fazer mais exercícios físicos, vou mudar de emprego, vou estudar uma língua estrangeira…

Daí o ano começa com as festas de réveillon  logo vem o carnaval, daí já estamos em março e assim vai passando mais um ano e a nossa listinha de promessas vai ficando esquecida no fundo da gaveta, não é!? Se você parar pra pensar bem, o primeiro dia útil de janeiro não tem nada de diferente dos demais. A virada de ano renova sim as nossas energias e esperanças então, no fundo, o que realmente muda está dentro de nós e não fora.

Por isso, sugiro que você tente fazer uma coisa diferente: comece a cumprir as suas promessas de ano novo agora mesmo, enquanto o ano não acaba! Quando chegar 2013, você já terá começado o processo de mudança e será bem mais fácil de continuar.

Para te dar uma forcinha com a sua promessa de aprender ou aprimorar o seu domínio de uma língua estrangeira, acompanhe alguns posts que podem te ajudar, se você…

…precisa de motivação:

Aprendendo com quem aprendeu 11 línguas

O poder da língua

Procrastinar: transferir para outro dia, deixar para depois…

M-O-T-I-V-A-Ç-Ã-O

…vai começar a estudar uma língua e está meio perdido:

Exame de proficiência: para quê?

Imersão

Descubra o seu estilo

Ouvir, falar, ler e escrever...

… quer se divertir enquanto estuda:

Doe grãos e exercite o seu vocabulário

Dez dicas para quem vai estudar no exterior

Como usar notícias para estudar línguas estrangeiras

The pollo

Até a próxima!


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Nossa língua… portuguesa?

Ser brasileiro não significa necessariamente ter o português como língua materna: somos um país formado por imigrantes de diversas partes do mundo e muitas famílias ainda preservam sua língua de origem. Você sabia, por exemplo, que o japonês é uma das línguas maternas mais faladas no Brasil?

Além do português e das línguas dos imigrantes, também convivem no Brasil várias línguas indígenas e a língua brasileira de sinais. Ao longo dos cinco séculos da nossa história, essas línguas foram se misturando e dando forma ao português brasileiro. Se você quiser saber mais sobre as línguas faladas no Brasil, visite a Enciclopédia de Línguas do Brasil, elaborada pela Unicamp.


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“Conhece a ti mesmo”

Conhecer a própria língua é tão importante quanto conhecer uma língua estrangeira. O termo língua materna remete a uma ideia: língua da mãe. Essa ideia está bem relacionada ao seu significado, trata-se da primeira língua que aprendemos a falar. Normalmente, a primeira língua a que estamos expostos é a língua que os nossos pais falam, daí vem o nome língua materna.

No Brasil, a língua falada pela maioria é o português, mas isso não é regra (mais sobre esse assunto no próximo post). Mas… se já estudamos português por tantos anos na escola e usamos a língua todos os dias, porque precisamos conhecê-la ainda mais? Bem, toda língua é bastante complexa e se organiza dentro de diferentes gêneros discursivos. O que isso significa? Que para cada situação de interação social em que empregamos a língua, utilizamos estruturas e vocabulários diferentes.

Por exemplo, a forma como você se comunica quando está conversando com os seus amigos em uma festa é diferente daquela de uma reunião de trabalho. Na situação da festa você pode usar gírias, aumentar o tom da sua voz e falar sem se preocupar tanto se está cometendo algum erro de concordância. Já na situação de trabalho, provavelmente você irá monitorar mais a forma como se expressa, evitando palavras mais coloquiais e utilizando termos técnicos da sua área. Acredito que essas duas formas de comunicação estão corretas DESDE QUE você saiba quando deve empregar cada uma delas. Por isso é importante conhecer a sua própria língua: quanto maior for o seu domínio do português, mais você saberá como e quando mudar de um gênero discursivo para outro.

Também podemos aprimorar o nosso conhecimento sobre a língua portuguesa utilizando os recursos da web. Existe uma grande quantidade de dicionários, cursos sobre a nova ortografia, fóruns e sites de professores que esclarecem dúvidas pontuais.

Deixo a recomendação de um blog muito interessante: Na ponta das línguas. O Egnaldo Oliveira e outros autores escrevem sobre fatos e curiosidades da nossa língua e de outras. Os textos são muito bem produzidos e trazem informações sobre diversas línguas e também sobre linguística. Vale a pena fazer uma visita!


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Um novo idioma para transformar sua vida

A necessidade de aprender uma língua estrangeira tem sido um assunto recorrente no meio corporativo. Recentemente, a revista Em Notícia da empresa Algar Tecnologia publicou uma matéria muito interessante escrita pela jornalista Kaísa Martins. Participei da matéria dando uma entrevista e acho que ela ficou muito bacana! A matéria está reproduzida abaixo e se você quiser visitar a versão original na revista da Algar, clique aqui.

 

A qualificação e a busca por diferenciais tem sido importantes aliadas para driblar as dificuldades no mercado de trabalho. Para garantir uma boa colocação no mercado, a constante atualização é exigência e, em meio a tantas cobranças, está uma que chega a amedrontar alguns candidatos: o domínio de uma língua estrangeira.

São inúmeras as áreas que necessitam de uma segunda língua. No universo da Tecnologia da Informação, por exemplo, grande parte dos termos técnicos é em inglês. No entanto, o que comumente acontece é que os profissionais acabam por conhecer apenas o que faz parte do dia a dia no trabalho, ignorando o estudo tradicional da língua para uso fora do ambiente profissional.

De acordo com Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a globalização forçou as pessoas a falarem inglês por ser a língua utilizada nos negócios internacionais. Apesar da grade curricular das escolas contar com sete anos de ensino de línguas, a habilidade de falar uma segunda língua no Brasil é encarada como um diferencial e não como uma necessidade. Em função disso, há dificuldade de encontrar profissionais fluentes em outras línguas.

No Brasil, cerca de 10,5 milhões de pessoas falam inglês, o que corresponde a pouco mais de 5% da população, segundo levantamento do British Council, o órgão de disseminação de cultura e negócios do governo britânico. “Dentro desse número, já pequeno, só 20% se comunicam bem. A maioria, 43%, tem uma noção inicial do idioma e 37% conseguem estabelecer uma conversa, mas com muita dificuldade no vocabulário e na compreensão”, diz a sua diretora, Virginia Maria Garcia.

Na tentativa de amenizar esse quadro, o governo federal lançou o programa Inglês Sem Fronteiras. A oportunidade é voltada para os 100 mil melhores universitários que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os alunos que ficarem nos patamares intermediários no teste de proficiência poderão fazer curso gratuito intensivo de inglês, de seis meses, em universidades federais. A proposta do programa é que esses estudantes estejam preparados para os exames de proficiência e possam aproveitar as oportunidades do Ciências sem Fronteiras, que oferecerá bolsas no exterior.

Após ser reprovado em uma prova que lhe garantiria crescimento profissional, Cristiano Santos Oliveira (foto), gerente de Negócios da Algar Tecnologia, resolveu estudar inglês pra valer. “Essa prova foi decisiva na minha vida. Eu percebi que o inglês básico que eu tinha não era o suficiente para as minhas aspirações. Não passar nessa avaliação foi o empurrão que eu precisava para finalmente estudar inglês de verdade”, conta.

Para vencer a dificuldade de encontrar profissionais com fluência em uma segunda língua, as empresas têm investido na formação dos funcionários já contratados por meio de bolsas em escolas de idiomas, por exemplo. “A presença cada vez maior das empresas em diversos mercados internacionais tem impulsionado a formação em línguas estrangeiras. O desafio é grande, pois, para se tornar fluente, uma pessoa precisa investir em torno de 750 horas de qualificação”, diz Sérgio. Para ele, o caminho para ter funcionários cada vez mais qualificados neste quesito é desenvolver metas de proficiência em períodos específicos, por meio de avaliações que componham a avaliação geral de desempenho do trabalhador.

Hegemonia da língua inglesa

Para a comunicação entre pessoas que falam línguas diferentes e precisam chegar a um denominador linguístico comum, é necessário o uso da chamada língua franca. Esse processo de convencionar uma língua como língua universal acontece naturalmente, à medida que as pessoas passam a adotar uma língua comum para se comunicarem.

Há pouco tempo, o francês era considerado língua franca e foi substituído pelo inglês à medida que a Inglaterra colonizou vários países pelo mundo e que os Estados Unidos tornaram-se uma hegemonia econômica.

Outra recente suposição é de que o mandarim substituísse o inglês enquanto língua universal, o que fez desenfrear a busca por estudos do idioma. De acordo com Sérgio Sgobbi, o mandarim será sim uma das línguas mais faladas no mundo, porém mesmo os chineses estão com programas de formação na língua inglesa. Ou seja, o inglês tende a permanecer como a língua oficial dos negócios.

Troca cultural

Mais do que fazer a diferença no currículo, a grande importância está no fato de que conhecer outra língua dá acesso a pessoas e informações que estão indisponíveis para falantes apenas da língua materna. Conhecer uma língua estrangeira abre a oportunidade para se conhecer também a cultura dos falantes dessa língua. Além de ser um fator agregador para a vivência pessoal, também pode ser uma diferença importante no momento de um contato profissional com estrangeiros.

“Falar árabe, por exemplo, é ter a capacidade de se comunicar com as pessoas do mundo árabe (algo em torno de 360 milhões de falantes em 22 países atualmente) e de ter acesso a toda a produção de conhecimento dessas pessoas. Isso abre portas para explorar novos mercados consumidores, parceiros comerciais e para ter acesso a inovações que ainda não foram traduzidas para o português”, afirma Izabel Rego, linguista e autora do blog “Navegando entre Línguas”.

Método comunicativo

Hoje, além do método tradicional, existem cursos de línguas para diversos objetivos e faixas etárias: desde aprender uma língua indiretamente – tendo aulas de um instrumento em inglês, por exemplo – até um curso para adultos, feito através de internet e celular.

“Quando se trata de aprender uma língua estrangeira, não dá pra generalizar. Cada método foi desenvolvido em um contexto diferente e pensando em um determinado público. É preciso avaliar qual é o objetivo do aluno, em quanto tempo deseja ter fluência, qual é sua idade etc.”, afirma Izabel.

No Brasil, o método comunicativo ganhou bastante popularidade, entre outros motivos, porque foca na interação oral e o brasileiro é um povo bastante comunicativo. De acordo com a linguista, existe ainda uma tendência de se misturarem aspectos de diferentes métodos, de modo a contemplar as características dos alunos e as suas necessidades. Porém, a recomendação mais comum é a de duas aulas semanais com duração de duas horas cada uma, completadas com mais duas em casa – que podem ser de exercícios, leitura ou até vendo filmes sem legenda.

As infinitas possibilidades da Internet

Para quem está interessado em aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira, existe um mar de informações pela Internet. É possível encontrar redes sociais especializadas, sites de professores e pessoas que compartilham “lições”, além de sites com notícias, vídeos, músicas, enfim, recursos não faltam.

Segundo a linguista Izabel Rego, aproveitar esses recursos exige um norte, uma direção. “É importante se conhecer, ter uma ideia do seu nível de proficiência na língua e de quais objetivos se quer alcançar (em quanto tempo quer aprender, quais habilidades precisa desenvolver). Para quem não quiser se inscrever em uma escola de idiomas tradicional, sugiro encontrar um bom professor particular e fazer algumas aulas, combinando com o professor que nessas aulas ele deve fazer um diagnóstico do que o aluno sabe e do que ele precisa desenvolver. Se a pessoa quiser continuar fazendo as aulas, avançará mais rápido, pois o foco estará nas suas dificuldades e, quando não puder ou quiser seguir com as aulas, já terá uma boa ideia de por onde continuar”, aconselha.

A vinda da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 ao Brasil tem sido uma motivação a mais para aprender uma segunda língua, já que o país receberá cerca de 980 mil estrangeiros e alguém precisa se comunicar com eles. Além disso, quem fala inglês bem pode ganhar de 30% a 50% a mais do que quem tem qualificações equivalentes, mas não o domínio do idioma. Aí já estão dois bons motivos para começar a estudar.


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Vamos ajudar a Rosane a falar inglês?

A Rosane é minha leitora fiel e uma estudante perseverante de inglês. Ela sempre compartilha conosco as suas experiências em estudar inglês pela internet (dê uma olhada em posts anteriores e você vai encontrar vários comentários dela!).

No último comentário que fez, ela nos contou da sua dificuldade em falar e compreender o que falam em inglês. Quando identificamos uma dificuldade específica em nos comunicarmos, vale à pena focar a atenção em superá-la. Na interação oral (falar e escutar), temos que compreender o que o nosso interlocutor fala e responder na língua dele. Esse processo acontece em tempo real e o nosso processamento das informações deve acontecer rapidamente. Além disso, quando falamos estamos nos expondo e é comum ficarmos intimidados ao mostrar o que sabemos e o que não sabemos comunicar na língua estrangeira (aspectos como o nosso sotaque e a nossa pronúncia das palavras).

E como superar essa situação? Um caminho possível é dar um passo atrás e reforçar as nossas práticas em cada habilidade separadamente: ou seja a Rosane pode praticar a escuta e a fala, assimilando cada uma com exercícios específicos. Quando ela estiver em uma situação de interação, será mais fácil compreender e se expressar.

Por exemplo, veja o site Rachel`s English. A professora Rachel apresenta a fonética do inglês americano em vídeos curtinhos, ensinando a pronúncia com vários exercícios. Veja esse exemplo:

Agora é a sua vez! Vamos ajudar a Rosane? Dê uma dica para ela praticar inglês!


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Dez dicas para quem vai estudar no exterior

O foco da nossa conversa aqui no blog é o uso da internet para aprender línguas estrangeiras (isso vc já sabe!). Mas queria aproveitar para retomar um assunto que já trouxe aqui tem um tempo, a imersão [clique aqui para ler o post sobre imersão].

Para se tornar proficiente em uma língua, você precisa ter o máximo de contato com ela, explorando as várias habilidades de expressão e comunicação (ou seja, ler, ouvir, falar e escrever). Então, vou aproveitar para compartilhar umas dicas que dei para o meu irmão que está indo estudar no exterior.

Se você está determinado a aprender uma língua, deve buscar uma situação de imersão, ou o mais próximo dela possível. Mesmo estudando daí, da sua casa, e pela internet, acho várias dessas dicas servem para você!

1. Seja sem vergonha. Não tenha medo de errar, de dizer que não entendeu. Aproveite essa situação em que ninguém te conhece e solte a língua!

2. The book is on the table. Via de regra, a língua que você vai escutar nas ruas, conversando com as pessoas, é diferente daquela dos livros didáticos, que é mais modulada e pausada. Mas não se sinta intimidado, você já conhece algumas palavras e expressões na língua que está estudando, com o tempo, você irá se acostumar a escutar novas pronúncias.

3. I want overtable. Cuidado com a traduções ao pé da letra! Aproveite para prestar atenção nas expressões idiomáticas, jargões e falsos cognatos. Para não traduzir ao pé da letra, veja a próxima dica.

4. Use todos os seus conhecimentos de mímica. Gestos ajudam muito na hora do aperto. Não se acanhe, vale tudo para que a pessoa com quem você está se comunicando entenda a sua mensagem. Tentar explicar com outras palavras mais simples e dar exemplos também é bem válido.

5.  Imite uma galinha. Na falta de gestos, palavras simples e exemplos, use a imaginação! Quer um exemplo? Veja a história que contei de um conhecido que fez de tudo para pedir um sanduíche de frango na Argentina [clique aqui para ler a história The pollo].

6. Não durma em dólar. Deixe para descansar quando voltar para casa. Vá para a rua, escute, fale, leia, converse, observe como as pessoas vivem. A oportunidade de conhecer outra cultura in loco enriquece muito a aprendizagem.

7. Você vai ficar de saco cheio, vai querer largar tudo e voltar pra casa. Se você realmente se empenhar na sua imersão, vai chegar um momento em que você vai ficar empapuçado com a língua estrangeira. Nessa hora, a saudade aperta e dá vontade de jogar tudo pro alto e voltar para o Brasil. Mas calma: respire fundo, escute um samba (ou pagode, axé, sertanejo, enfim…), dê um tempo para aliviar a saudade e siga adiante, não perca a sua motivação!

8. Deixe os brasileiros para depois. Quando encontramos compatriotas no exterior, as afinidades aparecem rápido e a amizade é quase instantânea. Mas dificilmente você e o seu novo amigo brasuca terão disciplina para conversar na língua do país onde vocês estão. Então, aproveite a oportunidade de conversar e fazer amizade com pessoas de outros países e desenvolver as suas habilidades na outra língua.

9. Assista televisão com closed caption. Estou falando daquele botão da TV que faz com que apareça legenda na televisão. Esse recurso pode ser muito útil para você compreender a mensagem como um todo, associando o que está sendo falado com a língua escrita. É uma experiência parecida a assistir um filme legendado, mas nesse caso a legenda é na mesma língua falada pelos atores.

10. Tente entender a mensagem como um todo. Para finalizar, essa dica vale para qualquer situação em que você esteja tentando compreender o que é falado ou escrito em língua estrangeira. Especialmente em uma conversa (ao vivo ou num chat, por exemplo), para a comunicação ser fluida, ela precisa ter uma dinâmica, uma certa velocidade. Se você pausar para procurar o significado de cada palavra, irá acabar perdendo o “fluxo” da conversa. É claro que, se você não entender nada, ou achar que a mensagem não faz sentido, não dá para seguir adiante sem compreender algumas palavras. Mas, se você entender o sentido geral da mensagem, isso pode te ajudar a se soltar, se comunicar melhor e perder a vergonha, o que nos leva de volta para a primeira dica…

E você, tem alguma dica para quem vai estudar no exterior? Já viveu alguma situação interessante ao se comunicar em outra língua? Compartilhe conosco!


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Quando for escolher uma escola de idiomas, abra bem os olhos

Sempre comento nesse blog sobre como aprendemos línguas estrangeiras utilizando as novas tecnologias. São muitas as possibilidades, algumas pessoas conseguem aprender buscando recursos por conta própria, como sites de jornal etc. Outras pessoas se adaptam melhor participando de um curso online…

Especialmente sobre escolas de línguas, você tem que estar alerta à qualidade do ensino oferecido. Você tem que considerar a metodologia de ensino utilizada e a qualidade dos professores. Quando falo em qualidade me refiro à sua formação, experiência e preparo para ensinar uma língua estrangeira. Muitas pessoas pensam que o fato de um professor ser nativo garante que ele será um bom professor. Em relação a isso, gostaria de compartilhar um post da minha amiga Selma Moura sobre uma propaganda veiculada pela escola online Open English: Preconceito linguístico, sexismo, colonialismo e preconceito social num pacote só: o desserviço prestado pela Open English. Fiquei bastante indignada quando assisti a propaganda e compartilho das ideias da Selma sobre preconceito linguístico, vale a pena conferir o post!

Até a próxima!


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Dica do dia: BBC Learn English

Aprender uma língua sozinho não é uma tarefa muito fácil: você precisa conhecer o seu estilo de aprendizagem, pensar em todas as habilidades, superar a timidez para se comunicar e ainda por cima encontrar recursos bacanas na língua que quer aprender.

Ufa! Pode até parecer uma missão impossível, mas com os recursos da internet essa tarefa fica muito mais fácil, especialmente quando encontramos sites ricos em material de qualidade e gratuito.

Então, fica a dica de hoje: o site BBC Learn English da rede de comunicação britânica BBC oferece uma quantidade enoooorme de recursos para quem quer aprender inglês. Organizado em categorias como gramática, vocabulário, pronúncia, entre outros, é possível estudar pelos textos publicados com estas tags ou ainda com jogos e com a novelinha “The Flatmates”.

Já conhecia o site da BBC? Tem outra dica bacana para aprender uma língua? Compartilhe conosco!


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Novos ventos sopram…

Comecei em 2009 a escrever esse blog para contar um pouco sobre como podemos usar as novas tecnologias para estudar línguas estrangeiras. Esse é um tema apaixonante e que continuo pesquisando. O tempo passou, me dediquei bastante à conclusão do mestrado e logo voltei a trabalhar com educação a distância. Passei esse período “sabático” afastada do blog mas não desses assuntos e inquietações que tratei aqui. Me dei conta de que era hora de voltar a compartilhar ideias, teorias e sugestões para aprender línguas estrangeiras aproveitando os recursos disponíveis na internet.  Então, mãos à obra, espero que você me acompanhe e também compartilhe as suas sugestões e inquietações nesse espaço!

 

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